Já dizia Buda: “A dor é universal”

   

Tantas dores existem.... 

A dor do esforço de querer ver nascer flores num chão de cimento;

A dor das entrelinhas dos relacionamentos humanos;

A dor de muitas vezes enxergar o que está por trás das cortinas;

A dor de um pensamento colorido num mundo, muitas vezes preto e branco;

A dor de uma bondade passiva mais expressiva do que deveria ser;

A dor de uma sensibilidade exacerbada quanto às emoções humanas;

A dor mental por se ter consciência dos artifícios humanos;

A dor de viver num mundo cada vez mais materialista, onde nobres valores relevantes à serenidade do espírito e das emoções são negligenciados e desprezados, como se não tivessem importância, como se não existissem....

Não podemos negar a existência do aroma por não o enxergarmos;

SENTIR é o verbo...

Em todos os seus matizes e formas.

SER ao invés de TER,

Valores alterados,

Seres mudados.

 

Patrícia Couto Abrantes

 

 

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